sábado, 15 de junho de 2013

PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES

Cachoeira da Martinha
Cachoeira da Martinha, por arnaldo-sp
Véu da Noiva

Véu da Noiva, por edinho_sg
 
nobres
nobres, por Rosa Rocha

Cachoeirinha
Cachoeirinha, por Vânia Povoas

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães
Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, por dilaine_azara

por do sol - chapada dos guimarães

por do sol - chapada dos guimarães http://www.panoramio.com/photo/40132020, por marco carrilho (Panoramio)  













Belezas cênicas em uma variedade de ambientes, além da contemplação de diferentes espécies de flora e fauna do Cerrado são alguns dos atrativos do Parque Nacional (Parna) Chapada dos Guimarães. Além de ser marcado pela diversidade de relevo, o parque faz parte da bacia hidrográfica do Alto Paraguai, protegendo cabeceiras do rio Cuiabá, um dos principais formadores do Pantanal Matogrossense.

Já foi considerado o maior município do mundo, devido ao seu território anterior com cerca de 269 mil km². O município de Chapada dos Guimarães deu origem a municípios como Alta Floresta, Colíder, Sinop, Nova Brasilândia, Paranatinga e outros. Possui vários pontos turísticos como, por exemplo, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, com cachoeiras, cavernas, lagoas e trilhas em meio a uma natureza típica de cerrado, vegetação predominante na cidade.

Em mais de 32,6 mil hectares formados por gigantescas esculturas de pedra, próximo a Cuiabá (MT), se localiza um dos destinos de ecoturismo mais procurados no mundo. Apesar de toda a beleza formada por sítios arqueológicos, onde já foram encontrados ossos de dinossauros, e por quedas d´água como o Véu de Noiva, com 86 metros de altura, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães convive, nos limites exteriores, com as pressões produzidas pela atividade agrícola, por rodovias e pela constante ameaça de queimadas.

Chapada dos Guimarães tem vários atrativos turísticos: 46 sítios arqueológicos; dois sítios paleontológicos; 59 nascentes; 487 cachoeiras; 3.300 km² de Parque Nacional; 2.518 km² de Área de Proteção Ambiental; duas reservas estaduais; dois parques municipais; duas estradas-parque; 157 km de paredões; 42 imóveis tombados pelo Iphan; 38 espécies endêmicas.
O artesanato local é uma das referências na cidade, com vários artesãos locais que chegaram ou nasceram na cidade e, que ali, foram crescendo e vivendo do artesanato, que é exposto em praça pública de terça-feira a domingo para os habitantes e turistas. Existe um projeto de uma "Rua do Artesanato", que visa criar um local específico para os artesãos, mas nada projetado ainda. Além de todas estas opções, o município conta com o turismo nos dias mais frio do ano, quando a temperatura pode diferir-se até -2°C para menos, da próxima capital Cuiabá
Localiza-se a uma latitude 15º27'38" sul e a uma longitude 55º44'59" oeste, estando a uma altitude de 811 metros. Sua população estimada em 2010 era de 17 799 habitantes. Possui uma área de 6249,44 km². É o segundo município mais alto de Mato Grosso.

O clima de Chapada dos Guimarães é o tropical (Aw). No início da primavera começa o período chuvoso que se estende até o início de abril, que é o período de calor. A partir deste período, no outono, inicia-se gradativamente a estiagem, que se fortifica no inverno. É nestas duas estações que as frentes frias e incursões polares mais significativas do ano chegam à região. 

O clima passa a ser frio à noite e ameno/pouco quente durante o dia. As geadas são raras, registrando-se a cada cinco anos. Temperaturas negativas são muito raras, em média uma a cada dez anos. Chapada dos Guimarães possui o recorde de segunda menor temperatura do estado de Mato Grosso , -4,6°C no dia 18 de julho de 1975, atrás apenas de Cáceres.
FONTES

Jadav Molai Payeng - O homem que criou um bosque sozinho

Jadav “Molai” Payeng plantou sozinho uma floresta de 560 hectares, o equivalente à área de 800 campos de futebol oficiais

Transcender um estado padrão de inércia,  para se conectar com o nosso planeta é um trabalho que neste momento parece ser um desafio, mas há pessoas que estão conseguindo dar este passo difícil para um mundo melhor. Conhecer e compartilhar essas experiências, estimula, potencializa e encoraja a ação direta e transmite a capacidade de acreditar novamente que podemos estar em ressonância com a nossa natureza.
Há pouco mais de 30 anos, Jadav "Molai" Payeng começou a enterrar as sementes ao longo de um banco de areia estéril perto de sua cidade natal, na região norte de Assam, na Índia. Sua ideia era criar um refúgio para a vida selvagem, um projeto ao qual  logo decidiu dedicar sua vida.
Para este movimento foi para  um lugar onde era possível trabalhar  em tempo integral  na criação de um novo ecossistema de floresta exuberante. Embora pareça incrível, este lugar é agora o lar de uma extensa floresta de 1.360 hectares que Payeng plantou com suas próprias mãos.
O The Times of India entrevistou recentemente Payeng em sua cabana na floresta para aprender mais sobre como ele chegou a deixar uma grande marca na paisagem local.
Tudo começou em 1979, quando as enchentes daquele ano mataram centenas de cobras que viviam no banco de areia. Um dia, quando as águas tinham diminuído, Payeng, com apenas 16 anos, encontrou o lugar cheio de répteis mortos. Esse foi o ponto de viragem na sua vida.
 "As cobras morreram de calor, sem qualquer sombra de árvore. Sentei-me e chorei sobre seus corpos sem vida. Foi um massacre. Alertei o departamento florestal e perguntei se eles poderiam plantar árvores lá. Eles responderam que nada iria crescer lá. Eles disseram que já  tinham tentado plantar bambu. Foi doloroso, mas eu fiz. Não havia ninguém para me ajudar. Ninguém estava interessado ", disse Payeng, agora com 47 anos de idade.
Apesar dos anos que Payeng tem dedicado a esta nobre missão, los efeitos de seu trabalho foram prontamente aproveitados pela  fauna local. Demostrando uma comprensão profunda do equilíbrio ecológico, Payeng inclusive transplantou formigas para seu florescente ecossistema para reforçar la harmonía natural. 
Prontamente o banco de arena sem sombra se transformou em um lugar que funcionava por si só e onde uma variedade de criaturas podiam viver. O bosque, chamado Molai, serve hoje como refúgio para numerosas aves, cervos, rinocerontes, tigres, elefantes e espécies em risco pela perda de seus hábitats em outros lugares.
Ainda que o projeto de Payeng tenha durado tanto tempo, Os funcionários florestais apenas no ano 2008 se inteiraram deste novo bosque. Desde então, los esforços realizados por Payeng têm sido reconhecidos como “notáveis”.

Nota: Payeng demonstrou possuir: sabedoria, fé, perseverança, dedicação e sobretudo muito amor à natureza. Só estas qualidades podem explicar o seu sucesso  tão inacreditável num empreendimento desta magnitude.

CRÉDITO DA IMAGEM
http://viajeaqui.abril.com.br/materias/jadav-molai-payeng-reflorestamento-ilha-de-majuli-india-noticia



quinta-feira, 13 de junho de 2013

JARDIM DE ROSAS DAVID AUSTIN

Rosas chá híbridas

O jardim no inverno
Rosas inglesas trepadeiras

Rosas silvestres.








Graham Thomas Climbing

David CH Austin é um criador de rosas, produtor especialista e autor. Sua primeira rosa, a fragrância Constance Spry, foi lançada em 1961. Desde então, ele lançou quase duas centenas de rosas inglesas. Algumas novas flores têm causado muito rebuliço no mundo da horticultura. 

A David Austin  Rosas foi criada em 1969 e continua a ser um negócio de família. David JC Austin trabalhou ao lado de seu pai por mais de 15 anos. Hoje, as Rosas Inglesas são cultivadas em cada nação, pelos amantes das  rosas no mundo, ganhando prêmios em diversos países. A empresa ganhou catorze medalhas de ouro que são exibidas   no Chelsea Flower Show.


As rosas inglesas de David Austin combinam formas e fragrâncias de rosas antigas com o florescimento e produção das rosas modernas. Elas são muito fáceis de cultivar, saudáveis e confiáveis. As rosas inglesas podem ser cultivadas como magníficas, arbustos bem delineados ou podem ser produzidas como roseiras pequenas.


Fonte: http://www.davidaustinroses.com/english/Advanced.asp?PageId=1912

Para mais informações visitar o site acima.





sábado, 8 de junho de 2013

Os Jardins Perdidos de Heligan (THE LOST GARDENS OF HELIGAN)















Um dia, navegando na iternet pelos blogs e sites que abordam temas ligados à natureza, descobri o "The Lost Gardens of Heligan". Apaixonei-me literalmente por este lugar mágico e maravilhoso.
Segue a história de seu redescobrimento e restauração por descendentes dos proprietários.

Heligan, residência da famíliaTremayne durante mais de 400 anos, é um dos lugares mais misteriosos da Inglaterra. No final do século XIX, seus 400 hectares se encontravam em pleno esplendor, mas apenas depois de alguns anos foi relegado ao abandono e  um manto verde recobriu esta bela adormecida no bosque. Após estes decênios de negligência, o devastador furacão de 1990 poderia ter condenado os Jardins Perdidos de Heligan a não ser mais que uma nota de rodapé de página na historia de Cornwall (cidade da Inglaterra).

Em vez disto, os eventos conspiraram para trazer- nos a este lugar e a história encantada de sua decadência foi captada por nossa imaginação. A descoberta de uma sala minúscula enterrada sob os escombros em um local de um dos jardins, levou-nos a descobrir o segredo de seu desaparecimento. Ali havia gravado com lápis nas paredes de pedra sobre um dos muros de calcáreo um epígrafo apenas legível que dizia: não venha aqui para dormir ou repousar, com os nomes das pessoas que trabalharam ali em agosto de 1914.

Naquele momento nos sentimos invadidos pelo impulso de fazer renascer a glória desses jardins e por contar pela primeira vez, os contos, não de cavalheiros e damas mas das pessoas comuns que transformaram estes jardins num lugar magnífico antes de partirem para lutar na primeira guerra mundial.
Hoje em dia, formamos uma grande equipe de trabalho, devotada, com sua própria visão para a segunda década deste novo milênio.

A restauração dos jardins  recebeu numerosos prêmios e foi aclamado internacionalmente, embora tenhamos ainda muito trabalho a fazer. Nossa intenção é que Heligan continue sendo um exemplo do que a vida tem de melhor e do funcionamento das boas práticas do passado. Estamos oferecendo acesso ao público pra conhecer nossas atividades. Também acalentamos o propósito de oferecer uma contribuição valiosa aos debates atuais sobre o futuro de nossas regiões rurais.

Fonte: http://www.heligan.com/

THE LOST GARDENS OF HELIGAN (JARDINS DO MUNDO)






Jungle

Um dia, navegando na iternet pelos blogs e sites que abordam temas ligados à natureza, descobri o "The Lost Gardens of Heligan". Apaixonei-me literalmente por este lugar mágico e maravilhoso.
Segue a história de seu redescobrimento e restauração por descendentes dos proprietários.

Heligan, residência da famíliaTremayne durante mais de 400 anos, é um dos lugares mais misteriosos da Inglaterra. No final do século XIX, seus 400 hectares se encontravam em pleno esplendor, mas apenas depois de alguns anos foi relegado ao abandono e  um manto verde recobriu esta bela adormecida no bosque. Após estes decênios de negligência, o devastador furacão de 1990 poderia ter condenado os Jardins Perdidos de Heligan a não ser mais que uma nota de rodapé de página na historia de Cornwall (cidade da Inglaterra).

Em vez disto, os eventos conspiraram para trazer- nos a este lugar e a história encantada de sua decadência foi captada por nossa imaginação. A descoberta de uma sala minúscula enterrada sob os escombros em um local de um dos jardins, levou-nos a descobrir o segredo de seu desaparecimento. Ali havia gravado com lápis nas paredes de pedra sobre um dos muros de calcáreo um epígrafo apenas legível que dizia: não venha aqui para dormir ou repousar, com os nomes das pessoas que trabalharam ali em agosto de 1914.

Naquele momento nos sentimos invadidos pelo impulso de fazer renascer a glória desses jardins e por contar pela primeira vez, os contos, não de cavalheiros e damas mas das pessoas comuns que transformaram estes jardins num lugar magnífico antes de partirem para lutar na primeira guerra mundial.
Hoje em dia, formamos uma grande equipe de trabalho, devotada, com sua própria visão para a segunda década deste novo milênio.

A restauração dos jardins  recebeu numerosos prêmios e foi aclamado internacionalmente, embora tenhamos ainda muito trabalho a fazer. Nossa intenção é que Heligan continue sendo um exemplo do que a vida tem de melhor e do funcionamento das boas práticas do passado. Estamos oferecendo acesso ao público pra conhecer nossas atividades. Também acalentamos o propósito de oferecer uma contribuição valiosa aos debates atuais sobre o futuro de nossas regiões rurais.




Fonte: http://www.heligan.com/
Todas as fotos são do site : http://www.heligan.com/

DE VOLTA A KEUKENHOF GARDENS (VÍDEOS)

O MAIOR JARDIM DE FLORES DO MUNDO




quinta-feira, 6 de junho de 2013

JARDIM BOTÂNICO DE NÁPOLES

 
 

File:Orto bot Napoli cryptogams.JPG




Jardim Botânico De Nápoles, Oriental, Templo, Jardim



Napoli - Real orto botanico.jpg

"Planta, il giardino e non solo", la III edizione all'Orto Botanico di Napoli






















O Jardim Botânico de Nápoles é parte das instalações da Faculdade de Matemática, Física e Ciências Naturais da Universidade de Nápoles. Fundada em 1805, é uma das mais antigas da Itália e uma das mais importantes por numero e qualidade do acervo atual, com jardins variados entre plantas úteis a saúde, agricultura ou indústria. 



Fundado em 28 de dezembro de 1807 por um decreto de José Bonaparte, foi construído o jardim botânico em terrenos anteriormente pertencentes aos religiosos de de "Santa Maria della Pace" e o Ospedale della Cava. Em verdade, o projeto foi inicialmente avaliado pelo rei Fernando  IV, entretanto, a revolução napolitana de 1799 impossibilitou a realização.

O projeto foi realizado pelos arquitetos. Giuliano de Fazio, é o autor da fachada monumental e da avenida perpendicular a esta, da estufa temperada, e da via que leva ao castelo. A parte inferior se deve ao arquiteto Gaspare Maria Paoletti.

O primeiro diretor do jardim botânico em 1811, foi Michele Tenore. Tenore se ocupou mais da atividade científica, que das relações externas. Foram cultivadas muitas espécies de importância no campo médico, além de, também, plantas exóticas.
Colocou o jardim botânico entre os melhores da Europa em seu tempo. Ao final de sua direção, em 1860, as espécies cultivadas alcançavam 9.000.

Em 1861, sob o mandato de Guglielmo Gasparrini, prosseguiu o desenvolvimento e melhora do jardim botânico criando uma área destinada à flora alpina (alpinum). Durante sua direção foi construída uma nova estufa, com calefação que devia substituir à anterior construída em 1818.

O período de 1893 a 1905 se caracterizou por uma notável dificuldade econômica. Em 1906 o relançamento do jardim botânico foi o primeiro objetivo de Fridiano Cavara. Não só restaurou algumas das estruturas e aumentou as coleções, mas, sobretudo, criou a Estação Experimental para plantas oficinales. Fez o possível para construir um edifício destinado para albergar a nova sede da instituição.

Em 1930 foi subistuído por Biagio Longo, que continuou a obra de requalificação. Em 1940 ocorreu um fato importante que foi a fusão da Sociedade Botânica Italiana com a Mostra d'Oltremare.

As consequências da segunda guerra mundial sobre o jardim foram devastadoras. O terremoto de 1980 também golpeou profundamente o jardim botânico durante a direção interina de Giuseppe Caputo. Nessa ocasião se converteu em refúgio para as populações afetadas.

Em 1981 foram iniciadas obras de reconstrução.

Ainda que esteja aberto ao público, o jardim não é em realidade um parque público. É realmente destinado a suprir as necessidades educativas da universidade e das escolas secundárias locais e é autônomo com respeito ao departamento agrícola da universidade de Nápoles.


FONTE : http://it.wikipedia.org/wiki/Orto_botanico_di_Napoli

Crédito das imagens:
foto 1 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Orto_bot_Napoli_cryptogams.JPG 

foto 2  «Maquis médit Cirillo» de Cymbella - Trabajo propio. Disponible bajo la licencia Dominio público vía Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Maquis_m%C3%A9dit_Cirillo.JPG#/media/File:Maquis_m%C3%A9dit_Cirillo.JPG
foto 3  https://pixabay.com/pt/jardim-bot%C3%A2nico-de-n%C3%A1poles-oriental-623081/
foto 4 : https://it.wikipedia.org/wiki/Orto_botanico_di_Napoli#/media/File:Michele_Tenore.JPG
foto 5 : "Napoli - Real orto botanico" di Armando Mancini - [1]. Con licenza CC BY-SA 2.0 tramite Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Napoli_-_Real_orto_botanico.jpg#/media/File:Napoli_-_Real_orto_botanico.jpg
foto 6 : http://www.roadtvitalia.it/planta-il-giardino-e-non-solo-la-iii-edizione-allorto-botanico-di-napoli/
foto 7 : http://lnx.whipart.it/artivisive/3330/orto-botanico-napoli.html
foto 8 e 9 : http://www.ortobotanico.unina.it/aree_espositive/deserto/Deserto_OrtoBotanicoNapoli.jpg
foto 10 : http://www.ortobotanico.unina.it/aree_espositive/Mangrove/Mangrovieto_Orto_Napoli_4.jpg
foto 11 : http://www.ortobotanico.unina.it/p_aree_espositive/Mangrovieto.htm
foto 12 http://www.ortobotanico.unina.it/aree_espositive/epifite/piante_epifite_001.jpg
Foto 13 : http://www.ortobotanico.unina.it/aree_espositive/vasche/OrtoBotanicoNapoli_vasche003.jpg
foto 14 : http://www.ortobotanico.unina.it/aree_espositive/vasche/nymphaea_lotus_002.jpg
foto 15 : http://www.ortobotanico.unina.it/aree_espositive/frutteto/Pero_zuccarino001.jpg
foto 15 e 16 : https://gennaro8.wordpress.com/piante-citate-nella-bibbia-orto-botanico-di-napoli/#jp-carousel-130